Comece pelo presente

O ponto de partida mais seguro é você. Registre seu nome completo, data e local de nascimento e, em seguida, faça o mesmo com pais e avós. Trabalhar do presente para o passado reduz o risco de conectar pessoas apenas porque têm nomes parecidos.

  1. Registre primeiro as informações que você consegue confirmar.
  2. Separe fatos conhecidos de hipóteses familiares.
  3. Use nomes completos, incluindo sobrenomes de nascimento quando conhecidos.
  4. Anote localidades com município, estado e país.

Converse com sua família

Parentes mais velhos podem explicar apelidos, migrações, relações e histórias que não aparecem em certidões. Prepare perguntas abertas, peça permissão para gravar e registre quem forneceu cada relato.

Memória oral é uma fonte valiosa, mas pode conter datas aproximadas. Preserve o relato e marque claramente o que ainda precisa ser confirmado.

Reúna documentos e evidências

Certidões, fotografias, cartas, registros religiosos, jornais e documentos pessoais ajudam a transformar lembranças em uma pesquisa verificável. Para cada arquivo, registre origem, data, pessoa relacionada e uma breve descrição.

Evite usar uma informação encontrada em outra árvore como prova definitiva. Ela pode orientar a pesquisa, mas deve ser confrontada com uma fonte original ou uma cópia confiável.

Organize parentes e relações

Adicione uma pessoa por vez e confira a relação antes de avançar. Casamentos, adoções, uniões anteriores e mudanças de nome merecem registros claros. Quando houver dúvida, mantenha uma nota de pesquisa em vez de forçar uma conclusão.

Revise e compartilhe

Genealogia é um trabalho contínuo. Revise datas incompatíveis, identifique pessoas sem fontes e convide familiares para corrigir ou complementar informações. Exporte cópias periódicas para manter a pesquisa portátil.

Organize sua história familiar

Reúna parentes, fontes e memórias em uma árvore que sua família possa continuar construindo.

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